sábado, 4 de julho de 2009

Fãs tentam ingresso para velório de Jackson


Primeira hora e meia de operação teve 500 milhões de visitantes.
Cerimônia está marcada para a próxima terça-feira (7).

Quem não mora nos Estados Unidos também pode entrar na disputa pelo tíquete. Mais de 1400 policiais vão trabalhar no velório que vai custar o equivalente a R$ 4 milhões.


Mais de um milhão de pessoas já se inscreveram na internet para conseguir um ingresso para o velório de Michael Jackson.

Um evento que pode custar milhões de reais aos cofres da cidade de Los Angeles,

Faz um dia que um painel está aqui na frente do ginásio onde será o velório de Michael Jackson. E depois de 24 horas, já é incontável o número de mensagens escritas em vários idiomas, por pessoas de muitos países, de todos os continentes. São fãs que estão em Los Angeles à espera da sorte para conseguir participar da cerimônia de despedida do astro da música pop.

Falta pouco para o encerramento das inscricões. Pessoas que não moram nos Estados Unidos também podem entrar na fila do ingresso. O último balanço mostra que mais de 1,3 milhão de fãs se cadastraram para 17,5 mil ingressos. Mais de 1400 policiais vão trabalhar no velório.

E tudo isso tudo tem um preço. A estimativa é que a cerimônia vai custar o equivalente a R$ 4 milhões. O porta-voz da família Jackson não disse se os parentes vão contribuir com alguma coisa. O certo é que parte do dinheiro vai sair da prefeitura de Los Angeles. E para cobrir a outra parte, o chefe da polícia espera doações.

Além dos ensaios para os shows, em Londres, Michael estava preparando dois CDs. Um de música pop e outro instrumental, com composições clássicas. Se eles forem lançados, Michael Jackson ainda pode fazer muito sucesso.

O jornal americano Los Angeles Times publicou que autoridades estão investigando pelo menos cinco médicos que prescreveram medicamentos para Michael Jackson. Durante a semana, foram encontrados na casa do cantor frascos do sedativo diprivan, uma substância fortíssima, só usada por anestesistas.

Los Angeles prepara megaoperação para funeral de Michael





Fãs fazem fila para assinar poster com imagem de Michael Jackson


A Polícia de Los Angeles planeja uma grande operação para o funeral de Michael Jackson na próxima terça-feira dia 07/07, um evento cuja segurança será responsabilidade da cidade, embora as autoridades já tenham pedido ajuda ao setor privado.

A rádio local "KFI", que citou hoje fontes do departamento policial, disse que mais de 1.400 agentes estarão encarregados de controlar os fãs do cantor que se amontoarão nos arredores do Staples Center, ginásio onde acontecerá a cerimônia.



"Deve haver apenas uma entrada para chegar ao local", advertiu Earl Paysinger, da Polícia de Los Angeles. "Não há outra maneira de entrar", completou.

Oficiais da Polícia consultados pela rádio comentaram que um desdobramento assim normalmente demora para ser organizado, geralmente semanas ou até meses.

A cidade de Los Angeles recorrerá a um fundo especial do orçamento da cidade, fixado para eventos extraordinários, para pagar os custos de segurança associados ao funeral, embora a prefeita interina, Jan Perry, já tenha pedido ajuda a entidades privadas interessadas em "honrar" o cantor.

O dinheiro arrecadado seria destinado a cobrir outras despesas com transporte, serviços de saúde, coleta de lixo e na própria homenagem.

Rhonda Sims-Lewis, administradora da Polícia da cidade, lembrou que a cada ano o departamento precisa enfrentar eventos extraordinários como este.

No entanto, mostrou sua preocupação com o uso tão cedo dessa parte do orçamento. "Se sofrermos um terremoto, uma inundação ou uma série de incidentes, isso poderia nos devastar", explicou.

O ano fiscal começou em 1º de julho e a quantia fixada para as horas extras do corpo policial é de US$ 90 milhões.

O funeral de Michael Jackson será transmitido de forma gratuita no mundo todo e poderá ser assistido pelas 17.500 pessoas que consigam uma das entradas gratuitas, que serão distribuídas em um sorteio.

Menos de oito horas depois do anúncio, feito ontem, cerca de 525 mil pessoas já tinham se registrado para tentar um ingresso para funeral de Michael.

Embora Perry tenha recomendado que os que não tiverem bilhete acompanhem a homenagem de casa, espera-se que entre 250 e 700 mil pessoas se amontoem nas imediações do ginásio.

Tudo isso apesar do fato de que haverá um amplo perímetro de isolamento montado pela Polícia.

"O importante é a segurança pública, mas há um custo", disse Dennis Zine, vereador da cidade, ao canal "Fox". "E se a família Jackson vai gastar US$ 25 mil em um caixão dourado, acho que a AEG (organizadora do funeral) e a família poderiam ajudar", acrescentou.

Segundo o portal "TMZ", especializado em informação sobre famosos, os amigos e familiares de Michael Jackson pediram um caixão de bronze, banhado a ouro 14 quilates, com veludo azul em seu interior, do mesmo tipo que o usado no enterro de James Brown.

Perry disse que a família Jackson não se pronunciou ainda sobre o pagamento dos custos do funeral. "Não conheço nenhuma atividade da família a respeito", afirmou.

Zine, antigo membro do departamento de Polícia de Los Angeles, cidade que tem déficit que beira US$ 500 milhões, comandou os esforços para recolher fundos privados para o aparato policial e a comemoração do Lakers após o título da NBA (liga de basquete americana).

"Fizemos os desfiles do Lakers, mas não existem precedentes para isso", admitiu Perry.

Depeche Mode faz Show no Brasil-Rio e SP


CONFIRMADO! Depeche Mode vem fazer Show no Brasil em outubro. O trio inglês toca no Rio de Janeiro, no dia 22, e em São Paulo, no dia 24. Ainda não foram divulgados os locais das apresentações. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 25 de julho, mas ainda não foram informados os pontos de venda.

As apresentações no Brasil fazem parte da turnê latino-americana da turnê “Tour of the Universe 2009. O grupo acabou de lançar o disco “Sounds of the Universe”, primeiro álbum de inéditas desde 2005.
Show Depeche Mode no Brasil em 2009

* 22/10 _ quinta no Rio de Janeiro
* 24/10 _sábado em São Paulo

Ingressos para show de Roberto Carlos no Maracanã estão à venda





Os clientes Itaú Personalité podem comprar, a partir desta quarta-feira (10), os ingressos para o show de Roberto Carlos no Maracanã, no Rio de Janeiro, que acontecerá em 11 de julho. Os preços vão de R$ 20 a R$ 180.

E a venda para o público em geral começará na segunda-feira 15/06, com desconto para quem utilizar cartões de crédito ou débito dos bancos Itaú/Unibanco.

Comemorando seus 50 anos de carreira, o rei tem feito vários eventos, como o "Elas cantam Roberto", que reuniu cantoras da música brasileira no dia 26 de maio, em São Paulo.

Ainda estão marcados outros encontros de Roberto Carlos com grandes nomes da música brasileira, como o RC Rock Symphony e o Emoções Sertanejas. Há ainda, prevista para janeiro de 2010, na Oca do Ibirapuera, também na capital paulistana, a mais completa mostra já montada no país sobre a história do rei, com curadoria de Marcello Dantas.

Roberto Carlos grava apresentação no "Caldeirão do Huck"



Programa vai ao ar no próximo dia 4 com músicas como "Detalhes" e "É preciso saber viver"



O cantor Roberto Carlos participou da gravação do programa "Caldeirão do Huck", da Rede Globo, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira. Ele cantou clássicos da carreira como Eu te amo, te amo, te amo, Detalhes, Como é grande o meu amor por você e É preciso saber viver. O programa do apresentador Luciano Huck deve ir ao ar no dia 4 de julho.

O apresentador contou que foi armada uma "megaoperação" para receber Roberto Carlos, que chegou ao Projac por volta de 15h e trouxe seu próprio camarim móvel num caminhão, dispensando os 10 fixos que existem no estúdio E, onde é gravado o programa da Globo. Luciano foi visitá-lo no camarim e encontrou Roberto Carlos malhando.

"Megalouco como Roberto Carlos mexe com as pessoas. Nos bastidores, o estúdio está entupido de gente ", escreveu Luciano Huck.

Uma hora depois, Roberto entrou no estúdio, mas não gravou direto. Ensaiou com sua orquestra, sob o comando do maestro Eduardo Lages. A gravação terminou por volta das 18h.

Michael Jackson trabalhava em dois álbuns, diz Billboard


Michael Jackson posa para fotógrafo em Santa Maria (03/12/2002)


É fato sabido que quando Michael Jackson morreu, na semana passada, ele estava se preparando para uma série de 50 concertos em Londres, que começaria este mês. O que pouca gente sabe, e que vem motivando especulações, é o tipo de gravações que o ídolo vinha fazendo nos últimos anos.

A Billboard descobriu que o cantor estava trabalhando em dois álbuns no momento de sua morte: um no veio pop que o tornou famoso e outro que consistiria em uma composição instrumental clássica. E, enquanto alguns pensam que o astro queria recapturar seus tempos de glória dos anos 1980 --ou resolver seus problemas financeiros--, as pessoas que trabalharam com ele recentemente dizem que ele era motivado por seus fãs e seus filhos.

Jackson estava trabalhando em um álbum pop com o compositor Claude Kelly e o astro de R&B Akon, que diz que Jackson estava motivado pelas vendas de ingressos para seus shows. "Ele falou: 'meus fãs ainda estão aí fora. Eles ainda me amam. Ainda estão vivos'", disse Akon. "Seus filhos eram sua primeira prioridade e nunca o tinham visto apresentar-se ao vivo. Ele estava tentando criar o espetáculo mais incrível para seus filhos."

Kelly, que escreveu "Hold My Hand", a faixa de Jackson produzida por Akon que vazou no ano passado, afirmou que Jackson nunca perdeu sua paixão pela música. "Ele era o Rei do Pop, e uma coisa que você nunca perde --quer seja conhecido pelo mundo inteiro ou apenas por dez pessoas-- é o amor pela música", disse Kelly. "Isso nunca desaparece, e nunca desapareceu para ele, mesmo em meio a todos seus problemas."

O compositor David Michael Frank tinha trabalhado com Jackson num tributo a Sammy Davis Jr. feito para a TV em 1989 e recebeu uma ligação do assistente do astro, dois meses atrás, convidando-o a colaborar de novo.

Jackson convidou Frank a ir a sua casa em Holmby Hills, em Los Angeles, e lhe disse que estava trabalhando em um álbum instrumental de música clássica e pediu ajuda com a orquestração.

"Ele tinha dois demos de duas peças que tinha composto, mas não estavam completas", diz Frank, acrescentando que ficou impressionado com o conhecimento de música clássica de Jackson. "Para uma delas, ele tinha todo um trecho pronto na cabeça. Ele ainda não a tinha gravado. Ele a cantou para mim enquanto eu estava ao teclado, e a gente decifrou os acordes. Acho que essa gravação que fiz deve ser a única cópia dessa música que existe."

Algumas semanas atrás, Jackson telefonou para ver como Frank estava indo com as orquestrações. "Ele mencionou mais músicas instrumentais dele que queria gravar, incluindo uma de jazz", disse Frank. "Espero que algum dia sua família decida gravar essas músicas como tributo a ele e para mostrar ao mundo a profundidade de seu dom artístico."

Apesar dos questionamentos sobre a saúde de Jackson e seu impacto sobre sua dança e seu canto, as pessoas que colaboravam com ele afirmam que sua voz estava em ótima forma, apesar de sua aparência frágil.

O tecladista Greg Phillinganes, que trabalhou com Jackson como diretor musical da turnê "Bad" e apareceu em vários de seus álbuns, disse que a voz de Jackson estava tão boa quanto sempre.

"Ele ainda tinha uma boa voz e nunca teve problemas para cantar", afirmou Phillinganes, que falou com Jackson pela última vez em março. "Havia dúvidas quanto a ele conseguir dar conta da série de concertos pelo lado da coreografia, mas fontes que trabalhavam com ele me disseram que ele estava dançando o tempo todo, todo dia, que estava muito focado, empolgado e decidido a fazer esses shows serem os melhores".

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Cantora Madonna fará homenagem a Michael Jackson em sua turner





Depois de contar que chorou por horas após saber da morte de Michael Jackson, Madonna decidiu incluir uma homenagem ao astro na nova fase da turnê "Sticky & Sweet", que começa na noite deste sábado em Londres, na O2 Arena.

* Um bailarino vai entrar em cena no bloco "Old School", o segundo do espetáculo, vestido e dançando como o rei do pop. Ao mesmo tempo fotos de Michael serão exibidas em telões.

* Quem divulgou a informação foi a própria Madonna, no site oficial. Confira duas fotos do ensaio.

Fãs de Michael Jackson sem ingresso não poderão se despedir do ídolo


Presidente da AEG Live, Tim Leiweke, dá entrevista em frente ao Staples Center, em Los Angeles, onde será realizado funeral de Michael Jackson (03/07/2009)

Los Angeles - As autoridades da cidade de Los Angeles pediram aos fãs que não tiverem entrada para a cerimônia fúnebre de Michael Jackson na terça-feira (7) que acompanhem a transmissão em casa, ante o temor de que uma avalanche de pessoas tente ter acesso ao estádio Staples Center. "Para as pessoas que não tiverem uma entrada para o evento em homenagem a esse extraordinário indivíduo, a melhor opção é ver de casa", aconselhou Jan Perry, porta-voz da prefeitura, falando à imprensa.

Os organizadores do cerimônia anunciaram que serão sorteadas 11.000 entradas e outras 6.500 adicionais para que se possa acompanhar os acontecimentos através de telões no Nokia Theater. "Quero insistir junto às pessoas que estão vindo ou pensando em vir para nossa cidade, para esse evento especial, que seria melhor considerarem assistir a tudo no conforto de suas casas", insistiu Perry. "Se não tiverem uma entrada, se não tiverem uma credencial, não poderão entrar", advertiu, por sua vez, um porta-voz da polícia, Earl Paysinger.

"A cerimônia pública de homenagem será transmitida ao vivo e aconselhamos a todos os fãs de Michael Jackson e a todos que o amavam como indivíduo e artista que acompanhem a transmissão ao vivo pela televisão ou pela internet ou qualquer outro meio, mas que não vá ao estádio se não tiver um ingresso", enfatizou.

Durante uma coletiva de imprensa, o presidente da empresa que organiza o evento, a AEG, Tim Leiweke --que também estava produzindo a série de 50 concertos de Jackson daria em Londres-- afirmou que não será realizada uma procissão fúnebre no dia, mas não esclareceu onde será enterrado o astro.

A imprensa especula que o cantor poderá ser enterrado no cemitério Forest Lawn, nas colinas de Hollywood, apesar das declarações de um dos irmãos do astro, Jermaine Jackson, sobre a preferência da família pelo rancho Neverland, 150 km a oeste de Los Angeles.

O tributo ao Rei do Pop, em pleno centro de Los Angeles, começará às 10h local (14h de Brasília) do dia 7 de julho. O Staples Center é o ginásio da equipe de basquete dos Los Angeles Lakers, atual campeão da NBA, e fica na zona turística da cidade. Para concorrer ao ingresso, é preciso se registrar no site do estádio Staples.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Velório de Michael Jackson está confirmado para terça-feira no Staples Center


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O velório público do Rei do Pop Michael Jackson vai acontecer na próxima terça-feira, dia 7 de julho, às 10 da manhã (14h em Brasília) na arena esportiva Staples Center, em Los Angeles, onde ele ensaiava sua volta aos palcos. O lugar tem capacidades para 20 mil pessoas e o vizinho Nokia Theatre também entrará no esquema especial. Será será armado por lá um telão que transmitirá imagens do velório no Staples.Também não há certeza sobre o local do enterro do corpo de Michael Jackson. Rumores apontam que será no cemitério Forest Law, em Los Angeles.

O público e privado velório de Michael Jackson será no Staples Center, no Centro de Los Angeles, às 10 da manhã. Tudo está sendo organizado ainda. Só temos a confirmação do lugar e da hora - revelou Randy Phillips, presidente da empresa AEG Live - responsável pela série de 50 shows de Jackson em Londres -, ao telejornal americano "NBC News".

O site americano RadarOnline noticia que os que quiserem participar do velório terão de desembolsar US$ 25 para se sentar nas poltronas da arena. Apenas parentes, amigos e famosos terão assentos reservados no andar principal. Mas a informação sobre o pagamento para a entrada no velório não foi confirmada pela AEG nem pela família do cantor.

A-ha faz show no Rio de Janeiro e volta aos anos 80.





No dia 26/03/2009 a casa de espetáculo na Barra da Tijuca o Citybank Hall no Rio de Janeiro foi palco de explosão da Banda Norueguesa A-ha...

É um completo mistério o que leva umas 6 mil pessoas a sair de casa para ver o pop pasteurizado do A-Ha. Mas elas estavam lá, na faixa de 30 a 40 anos, um grande número de casais que teve alguma identificação com os noruegueses nos anos 80 em busca de um período agradável de suas vidas passadas. Jovens havia, mas em minoria; mesmo no meio da massa aglomerada em frente ao palco os mais velhos prevaleciam.
Os rapazes da banda A-ha traziam no rosto as marcas do tempo, de vidas muito bem aproveitadas pelos palcos do mundo. O vocalista Morten Harket, 49 anos, está com a voz batida, ele se sai bem com suas músicas e mesmo estando rouco. Os teclados de Magne Furuholmen, 47 anos, continuam emitindo timbres ativos, às vezes só pouco melhores do que um Casiotone, um daqueles teclados pequenos de recursos bem limitados. Já o guitarrista Paul Waaktaar, 48 anos, teve uma atuação discreta na guitarra e violão.

O som do trio é um pop digerível e descartável com alguns antigos truques, como batidas da new wave programadas e mescladas com uma bateria acústica em cena e seqüenciadores, além de loops e cordas de synth. Eles tocaram basicamente os sucessos dos anos 80, a fase áurea da banda, como "Cry wolf", "Manhattan skyline", "I've been losing you", "Hunting high and low" em versão de piano, violão e voz, o baladão "Stay on these roads" e, no bis, "The sun always shines on TV," "Analogue", "All I want" (de safra recente, 2005), e o sucesso do primeiro LP deles que até hoje é a maior referência do trio, "Take on me".

No meio do show, o público ficou quieto em canções como "Riding the crest," "Minor earth major sky" e "Shadow side." As mais populares tinham o reforço cênico de milhares de telinhas acesas de celulares e máquinas fotográficas que aposentaram de vez os isqueiros. Morten, que as fãs trintonas ainda consideram um gato, não se mexeu muito no show inteiro, ficou paradão, talvez fazendo jus ao nome. E o rapaz parecia estar confinado ao meio do palco para o lado direito, pois caminhou apenas nesse território. Os fãs do lado esquerdo, igualmente espremidos para vê-lo mais de perto, empolgado com alegria do show.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Velório de Michael Jackson não será em Neverland, informa família




O velório do cantor Michael Jackson, morto na última quinta-feira aos 50 anos, não será em Neverland, rancho no interior da Califórnia. A família do artista informou, através de um porta-voz, que ainda está estudando onde acontecerá a cerimônia.

"Ao contrário do que foi noticiado anteriormente, a família Jackson anuncia que não haverá velório público ou privado em Neverland. Está em planejamento uma cerimônia pública para Michael Jackson, e ela será anunciada em breve", afirma o comunicado.

Antes disso, o jornal Los Angeles Times havia informado, em seu site, que a família queria enterrar o "Rei do Pop" em sua propriedade do condado de Santa Barbara, mas "as autoridades não encontraram uma forma de contornar rapidamente as restrições legais ao sepultamento em uma residência particular".


Uma das questões que pode ter influenciando a decisão é a localização da propriedade. Segundo autoridades, a estrada até Neverland não suportaria o tráfego
intenso de carros que poderia seguir o enterro de Michael Jackson no local.



Testamento


O testamento de Michael Jackson acordado em 2002 foi apresentado à Jsutiça norte-americana nesta quarta-feira. O site de celebridades TMZ divulgou esta tarde o que seria uma cópia do documento, no qual o cantor deixa à sua mãe, Katherine, a guarda de seus três filhos e destina sua fortuna a um fundo familiar, o Michael Jackson Family Trust, que também deverá ser administrado por Katherine.

Nele, a cantora Diana Ross, amiga do astro, é citada como guardiã das crianças no caso da morte de sua avó. "Se Katherine Jackson não viver além de minha morte ou estiver incapacitada de atuar como guardiã, designo Diana Ross como guardiã das pessoas e bens desses menores", acrescenta o testamento.

Katherine Jackson, hoje com 79 anos, conseguiu a guarda provisória das crianças depois da morte repentina do filho, na última quinta-feira. Diana Ross, que era uma das amigas mais próximas ao cantor, está hoje com 65 anos.

O cantor não especificou no documento o local ou a forma como gostaria de ser enterrado. Também não é feita menção menção ao pai, Joseph Jackson, com quem mantinha uma relação complicada.

O documento também confirma que Jackson não deixou nada para a ex-mulher, Debbie Rowe, mãe biológica dos dois filhos mais velhos do rei do pop, Prince Michael I, de 12 anos, e Paris Michael, de 11. "Me omito intencionalmente de deixar qualquer legado para minha ex-esposa, Deborah Jean Rowe Jackson", escreveu Jackson.

De acordo com o documento, assinado em 7 de julho de 2002, os bens do cantor estavam avaliados, naquele ano, em US$ 500 milhões. Ainda segundo o testamento, os bens do artista incluem "lucros em um catálogo de direitos autorais musicais que atualmente é administrado pela Sony ATV, assim como os lucros de diversas entidades".

Em 24h após morte, Michael Jackson vende mais discos que em 11 anos



Em Los Angeles nos EUA fãs de Michael Jackson podem ajudar a reverter a história de que as dívidas do cantor superam o valor de sua fortuna. É que nas 24 horas seguintes à morte do astro, só a loja virtual Amazon.com vendeu um número de álbuns de Jackson semelhante ao comercializado nos últimos 11 anos. As informações são do jornal inglês Financial Times.

Além do site, a loja varejista de música HMV informou que os CDs do rei do pop venderam 80 vezes mais após sua morte. Os fãs de Michael Jackson já compraram mais álbuns que os fãs de Elvis Presley e John Lennon após a morte dos cantores, segundo a HMV.
E o que pode ajudar ainda mais a saldar as dívidas do astro é o fato de que grande parte das vendas estão sendo feitas pela internet, onde as margens de lucro são maiores. Advogados, ex-consultores do cantor e executivos da indústria da música agora afirmam que outros patrimônios de Jackson também passando por transformações de valores após sua morte.

Velório na sexta-feira dia 03/07

Michael Jackson será levado para Neverland para seu velório. O rancho ficará aberto aos fãs na sexta, e o funeral para a família acontecerá no domingo. O local do enterro ainda não foi divulgado. Um comboio com cerca de 30 viaturas vão escoltar o carro que levará o corpo do rei do pop. As autoridades americanas estudam a possibilidade de intervir e fazer alterações no trânsito da cidade para facilitar a locomoção do comboio.

Morte precoce


O astro morreu na tarde da última quinta-feira após uma parada cardíaca. O cantor já estava em coma quando foi socorrido pelos paramédicos em sua casa, em Los Angeles. A morte do popstar foi confirmada pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles, no início da noite de quinta-feira, como infarto.

O cantor faria 51 anos em agosto e se preparava para uma turnê mundial que estava programada para iniciar-se no dia 13 de julho, em Londres. Há duas semanas, o tablóide The Sun divulgou que ele teria câncer de pele e estaria muito magro, insistindo em fazer apenas uma refeição por dia. Jackson deixa três filhos, chamados Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II.

terça-feira, 30 de junho de 2009

U2 lança turnê com política e músicas de Jackson



Depois de duas semanas de intensos ensaios, o U2 lançou nesta terça-feira em Barcelona a sua nova turnê mundial “360º Tour”. O espetáculo começou em seguida ao pôr-do -sol, às 22h, em meio aos flashes disparados pela maioria dos 90 mil fãs que deixaram o estádio Camp Nou (o maior estádio da Europa) absolutamente lotado.

O primeiro a entrar no palco foi o baterista Larry Mullen, que deu início ao show com um solo de bateria emendado em “Breathe”, a primeira música da noite. Em seguida vieram “No Line On The Horizon”, "Get On Your Boots" e “Magnificent”, todas do álbum mais recente da banda, No Line On The Horizon, que serve de base para esta turnê. O show seguiu com “Beautiful Day” e “I Still Haven’t Found What I´m Looking for”, esta última cantada com Bono enrolado em uma bandeira da Irlanda.

Uma pequena homenagem a Michael Jackson foi celebrada durante a execução de “Angel of Harlem”, que teve o final mesclado com os refrões de dois êxitos do astro falecido semana passada: “Man In The Mirror” e “Don´t Stop ´Til You Get Enought”.

Uma conexão, em teoria ao vivo, com a Estação Espacial Internacional voltou os olhos dos espectadores para o céu quando os astronautas diziam que, do espaço, podiam ver paisagens indescritíveis. Logo depois, a apresentação chegou ao ápice com “Vertigo”, “Sunday Bbloody Sunday” e “Pride (In The Name Of Love)”.

Como não poderia deixar de ser, a apresentação foi carregada de conteúdo político. A banda chamou atenção para a situação de Aung San Suu Kyi, ativista política da Birmânia; enquanto tocavam “Walk On”, um grupo de pessoas subiu ao palco usando máscaras com o rosto da vencedora do Premio Nobel da Paz que sofre em prisão domiciliar no seu país.

Em seguida, foi a vez da aparição do Nobel Desmond Tutu nos super telões circulares. Ele alertou sobre a extensão da AIDS na África e lembrou que os que lutam agora pela Birmânia são os mesmos que outrora lutaram contra o apartheid e o terrorismo na Irlanda.

Bono vestiu a camiseta do Esporte Clube Barcelona, com seu nome e o número 1 estampados nas costas para cantar “One”, que chegou a ser interrompida e reiniciada depois de um descompasso do grupo.

O biz final ficou por conta de “Ultraviolet”, “With or Without You” e “Moment of Surrender”, que encerraram as duas horas e quinze minutos de show.

Na próxima quinta-feira, dia 2, U2 fará uma segunda apresentação em Barcelona antes de seguir à outras cidades européias. A turnê 360º está prevista durar dois anos e deve passar pela América do Sul durante 2010.

Confira a lista completa de músicas da apresentação:

1. "Breathe"
2. "No Line On The Horizon"
3. "Get On Your Boots"
4. "Magnificent"
5. "Beautiful Day" / "Blackbird"
6. "I Still Haven’t Found What I’m Looking For"
7. "Angel Of Harlem" / "Man In The Mirror" / "Don't Stop 'Til You Get Enough"
8. "In A Little While"
9. "Unknown Caller"
10. "The Unforgettable Fire"
11. "City Of Blinding Lights"
12. "Vertigo"
13. "Crazy Tonight"
14. "Sunday Bloody Sunday"
15. "Pride (In The Name Of Love)"
16. "MLK"
17. "Walk On" / "You’ll Never Walk Alone"
18. "Where The Streets Have No Name"
19. "One"
20. "Ultraviolet (Light My Way)"
21. "With Or Without You"
22. "Moment of Surrender"

Elvis, Madona e... Elza Soares


Na foto com Gabriel Moura, Victor Biglione e Marcelo Laffitte


“Adoro ir à Lapa, converso com os travestis e os recebo em minha casa. Essa hipocrisia tem de acabar. Somos todos iguais”, afirma Elza Soares ,após gravar I Love You, Copacabana, no Studio Up, no Posto 6. A canção inédita fará parte da trilha do filme Elvis e Madona, roteiro e direção de Marcelo Laffitte. “É a história de amor entre uma motoqueira lésbica, Elvis (Simone Spoladore), e Madona (Igor Cotrim), um travesti. As cenas foram rodadas em Copacabana”, conta Laffitte, autor da música em parceria com Gabriel Moura. I Love You... ganhou versão em inglês e em português. “Love you, Copacabana/Entendido não se engana/Love me tender/ Meu amor sexy e sacana”, diz a letra. Para fazer bonito, Elza levou a amiga Daniela Tostoi, professora de inglês que deu dicas sobre a pronúncia. “Foi mania de perfeição mesmo”, atesta o diretor.

Familiares e amigos criam casa de memórias do jornalista Vladimir Herzog, morto pela ditadura



"Ele gostava de tomar café ao entardecer, se preocupava em comer com a luz bonita. Acho que nunca teve a consciência de que era um poeta da imagem com uma base de repórter". Fatos da vida cotidiana como esse, lembrado pela jornalista Rose Nogueira, e grandes momentos da reportagem de Vladimir Herzog estão agora disponíveis ao público com o lançamento de um instituto na cidade de São Paulo, informa a Agência Brasil.

Vlado, como era chamado pelos amigos, foi torturado e assassinado pelo regime militar. A causa da morte do repórter alegada pelas autoridades foi, entretanto, suicídio. "Para Vlado, as coisas não eram um evento, eram parte de um processo e engraçado como ele foi o maior evento daqueles tempos e como se tornou parte de um processo", diz Nogueira, que trabalhou com Herzog na TV Cultura.

O Instituto Vladimir Herzog vai organizar todas as informações sobre a vida do jornalista, incluindo fotos e reportagens, e disponibilizá-las a pesquisadores e estudantes. Além disso, pretende promover debates sobre a questão do papel do jornalista e das mudanças ocorridas na profissão com o advento de novas mídias, acrescenta a Folha de S. Paulo

Fonte:JORNALISMO NAS AMERICAS

Corpo de Jackson será levado para Neverland



O corpo de Michael Jackson, morto na última quinta-feira aos 50 anos, será levado para Neverland, propriedade em que o músico vivia no interior da Califórnia.

Segundo informações da rede de televisão CNN, é lá que vai acontecer o velório do cantor, nesta sexta-feira (03/07).
O anúncio oficial dos detalhes do velório e do enterro ainda não foi feito. O atraso deve-se à investigação ainda inconclusa das causas da morte do cantor. Seus filhos e bens já estão legalmente sob a guarda de Katharine Jackson, mãe do rei do pop.
A Suprema Corte de Los Angeles concedeu a Katherine Jackson a responsabilidade de proteger os bens do filho até a próxima audiência, em 6 de julho, quando a justiça tentará definir os alcances legais da decisão e da tutela das crianças.
Enquanto emergem diversos problemas legais sobre os aspectos inconclusos da morte repentina do cantor na quinta-feira, seu pai, Joseph Jackson, explicou na segunda-feira que a família aguarda os resultados da segunda autópsia para definir a data do funeral.
"Ainda não estamos preparados para isto (o funeral) porque estamos esperando algo mais. Queremos saber o que aconteceu com Michael", afirmou Joseph Jackson ao lado do reverendo e ativista político Al Sharpton.
A família Jackson pediu uma segunda autópsia independente por considerar que não estão claras as circunstâncias nem o papel do médico particular que acompanhava o cantor, Conrad Murray.
A primeira autópsia do Instituto Médico Legal descartou, em um informe preliminar, suspeitas criminais, mas advertiu que era necessário aguardar entre quatro a seis semanas para os resultados finais.

"Dia do Jornalista" é comemorado em meio a mudanças na profissão




O Dia do Jornalista deste ano tem um sabor especial

A expectativa em torno de três temas importantes para a profissão e futuros profissionais faz deste 07 de abril uma data em que o passado, presente e futuro da profissão devam ser motivo de debates e troca de ideias. Estão em jogo as decisões sobre o trabalho da categoria, através da Lei de Imprensa e da obrigatoriedade do diploma, e os rumos que o ensinamento do jornalismo vai tomar, através das diretrizes curriculares debatidas entre uma comissão formada pelo Ministério da Educação.
E foi pensando nesses três assuntos que o Comunique-se conversou com profissionais que possam colaborar para o debate.
Audálio Dantas, jornalista e ex-representante da Associação Brasileira de Imprensa em São Paulo“Acho que o mais importante a se lembrar nesta data é a questão da Lei de Imprensa. É absurdo que ainda estejamos discutindo isso e mais uma vez a decisão sobre a questão tenha sido adiada. Só o fato de o STF suspender 20 artigos da lei demonstra como é absurda a permanência desse texto regendo as relações de imprensa do País. O Legislativo se omitiu ao longo desses mais de 40 anos e a discussão sempre esteve colocada no Congresso. Uma vez discutida a questão pelo Supremo, espero que tenhamos a oportunidade de ter uma nova Lei de Imprensa. Muita gente prega, o próprio Miro Teixeira faz isso, de que não precisamos de uma legislação específica. Eu, como ex-presidente da Fenaj acho que temos que ter uma lei específica que cuide das relações da imprensa com a sociedade.
Já sobre a questão da exigência do diploma, espero que se decida pela continuidade da obrigatoriedade do documento porque isso é do interesse não só da categoria, mas também da sociedade. Por que a formação não melhoria a qualidade da informação? Pelo contrário, por pior que seja um curso de jornalismo, sempre vai gerar um mínimo de conhecimento. Se na prática a pessoa será um bom jornalista ou não, é outra questão.
Sobre as diretrizes curriculares, todos sabemos que há muitas faculdades que despejam novos jornalistas na praça todos os anos enquanto o mercado não tem condições de absorver. Precisamos que haja uma melhoria na qualidade do ensino, porque ninguém pode alegar que há falhas lamentáveis na formação dos jornalistas. Nessa comissão do MEC estão pessoas mais que capacitadas para chegarem a um resultado que seja ideal ou próximo ao ideal”.
Rogerio Christofoletti, responsável pelo blog Monitorando, que trata do jornalismo“Acho que estamos vivendo um momento bastante importante para o jornalismo no Brasil, seja pelo que acumulamos historicamente e ganhamos com a evolução da profissão, seja ainda pelas decisões que 2009 deve trazer para a profissão. Os debates em torno das diretrizes curriculares para os cursos de Jornalismo são cruciais para modernizarmos as bases pelas quais as escolas de comunicação se orientam para criar e manter cursos. Mas são vitais também para repensarmos e refundarmos a identidade do jornalista e a função do jornalismo nos tempos contemporâneos.
As decisões que virão do STF este ano - sobre a constitucionalidade ou não da Lei de Imprensa, e sobre a exigência ou não de diploma universitário para a obtenção do registro profissional -, essas decisões vão tornar claros os limites legais para o exercício do jornalismo, mexendo com o mercado e provocando consequências na qualidade dos produtos oferecidos à sociedade.
Mas não é só isso. O Ministério do Trabalho deve concluir em breve um estudo para uma nova regulamentação da profissão. Um grupo de trabalho foi formado e o resultado disso deve ser uma lei que auxilie não só os profissionais e as empresas, mas a população que anseia por informação responsável, de qualidade e com ética.
Vejo com grande otimismo esse momento, independente de quais sejam os rumos que tomaremos. O mais importante é refletir sobre a nossa profissão, discuti-la e reforçar suas bases que desembocam inevitavelmente na função social que o jornalismo deve encarnar. É um momento histórico, e isso não é exagero. Sairemos de 2009 com novas bases para o jornalismo brasileiro. Em poucas ocasiões tivemos tantas definições concentradas num período tão curto”.
Ricardo Kotsho, colunista do iG “Acho que todo mundo é contra a atual Lei de Imprensa. Uma outra questão é que temos que ter uma regulamentação. Tem que haver regras do jogo para que todos os envolvidos respeitem e sejam respeitados. Nisso entra o direito de resposta, que é uma forma da sociedade se proteger da imprensa. A sociedade também tem seus direitos. O Código Penal é antiquíssimo e também está superado, além de a justiça brasileira ser lenta. Está na hora de discutirmos assuntos mais amplos, uma regra do jogo.
A minha intenção com aquele Conselho Federal de Jornalismo [ele sugeriu a criação do CFJ em 2004, quando trabalhava na Secretaria de Comunicação do governo Lula] era essa. Queria que o Congresso Nacional discutisse. Reconheço as falhas, mas esse assunto precisa ser discutido pela sociedade. Defendo a responsabilização das pessoas e das empresas pelo que é escrito.
O que, a meu ver, pode funcionar é algo nos moldes da OAB. Pode haver um exame de acesso ao exercício da profissão. Qualquer pessoa pode participar. Não sei quem poderia fazer isso, se a Fenaj, a ABI ou um novo órgão.
Hoje não temos motivo para comemorar. Temos que refletir e discutir qual é o nosso papel nessa história. E não debater se o jornal vai acabar ou não. Não importa a plataforma, e sim o conteúdo e a responsabilidade por tudo que é publicado, desde o jornalzinho da igreja até um blog. Devem participar dessa discussão setores organizados da sociedade, para quem prestamos serviço, independentemente da empresa. Temos que pensar sempre pelo conjunto da sociedade. Sempre entendi a profissão assim. Hoje vejo que as pessoas não pensam assim. Sou do tempo em que o jornalista tem compromisso social.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A volta dos discos de vinis no Brasil as famosas bolachas



A gravadora Sony-BMG, uma das maiores gravadoras do mundo – não que isso valha tanto quanto já valeu há uns tempos, parece querer resgatar a áurea época do mercado fonográfico: a empresa anunciou que voltará a comercializar discos de vinil no Brasil.

A ideia da coleção Meu Primeiro Disco é relançar títulos raros, que só podiam ser encontrados em sebos e fizeram história na Sony, BMG e seus respectivos selos como os primeiros trabalhos de Chico Science e Engenheiros do Hawaii.

O preço médio dos novos lançamentos da Sony será de “salgados” R$ 90. De acordo com a gravadora o valor é justificável já que o produto virá com o CD original, também remasterizado, além de um texto falando sobre o disco, clipping de matérias da época e as letras das músicas.

Uma dúvida minha: onde serão produzidos tais LPs? A Sony possui uma fábrica no país ou recorrerá à Polysom, único local onde ainda são geradas as bolachas em território nacional?

A fábrica que fica em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, pelo que sei, foi adquirida pela Decksic – corrijam-me se estiver enganado.

Bem, eles que são empresários já devem ter bolado algum esquema para essa produção. De qualquer forma, me parece uma decisão interessante. As gravadoras – que hoje são dinossauros imersos em uma lógica de mercado mesozóica – precisam buscar alternativas, nichos de mercado e multiplicar a oferta de produtos, visto que o CD se tornou pouco atraente com a popularização do mp3.