quarta-feira, 8 de julho de 2009

JULHO MÊS DO ANIVERSÁRIO DO JORNALISTA CELSO MESSIAS

GRANDE CELSÃO MESSIAS...










O competente jornalista Celso Messias, carioca de Jacarepaguá, Trabalhou em várias emissoras rádios consagradas do Rio como: RPC Fm, Rádio Cidade Fm, Manchete CCi Am e é também responsável pela coluna do site: www.apollodigital.com.br, e do blogger http://celsojonalista-fotos.blogspot.com - "Nas ondas do rádio carioca" vai comemorar seu aniversário neste dia 22 de julho com amigos numa boate do centro do Rio em grande estilos.
Celsão como é carinhosamente chamado por todos aqueles que estão ao seu redor, E desde já recebe os parabéns de algumas pessoas queridas e bem relacionadas... Como alguns amigos colunistas, jornalistas e personalidades do rádio e da tv de todo o Rio e do Brasil...



Bem amigos gostaria de confessar algo...


Quando você nasce, você esta a dizer o sim a maravilhosa oportunidades de uma reencarnação e de todas as possibilidades do cumprimento de sua missão e aprendizagens de nossa alma.

Antes de encarnamos, nós com um grupo de mestres traçamos um mapa de vida para nos ajudar na nossa evolução como almas.

O Nosso anjo da guarda, esta ao nosso lado para nos ajudar a cumprir a nossa missão, pois ele conhece o nosso mapa de vida. Lembre-se dele e peça ajuda, pois ele se alegrará em poder ajudar. Quando festejamos o nosso aniversario estamos a reafirmar o nosso voto com a vida e com a missão que viemos cumprir com todos os seus aprendizados.

Neste dia tão especial do meu aniversário os portais se abrem a fim de facilitar a minha vida aqui na terra, é neste dia que os nossos pedidos chegam mais depressa ao céu e a realização deles é mais fácil ainda.

Irei mais uma vez aproveite este dia tão especial para a agradecer tudo na minha vida, se olhar bem dentro de mim, para a minha vida, será que tenho muitos motivos para agradecer, então agradeço, especialmente pela maravilhosa oportunidade de estar aqui relatando para vocês leitores tão queridos esse meu momento.

Para festejar o meu dia tão especial...

Alguns dias antes do meu aniversário comecei a meditar sobre o maravilhoso dom da vida, pela oportunidades maravilhosas de estar aqui neste tempo, Do agradecimento ao saudoso e excelente pai que tive, A minha querida, guerreira, lindona, bondosa e maravilhosa mainha, pelo meu lindo filho tesouro, e todos aqueles verdadeiros amigos que estão no meu coração e que também me ajudam a cumprir a minha missão de vida eterna.



Com o passar das semanas, intensifiquei as minhas meditações e orações. E peço orientações e luz para a minha vida, especialmente para mais um ano...Obrigado meu Dívino Espiríto Santo...Obrigado Papai do Céu...



No dia anterior ao meu aniversário, relembrei tudo o que já foi vívido, as experiências boas e más, afinal elas nos ajudam a crescer.

Então penso e Faço uma lista das coisas que considero mais importantes em minha vida, de tudo o que conquistei e das lições mais valiosa que aprendi. E lembro que não errei só aprendeu mil maneiras que não deram certo...

Dia D

Neste dia irei acordar bem disposto, Irei olhar no espelho, quero sorrir e dizer bom dia vida... E darei os parabéns a mim mesmo no meu pensamento no dia 22 de julho...(Em risos nossa passou um filme agora, voltei ao passado).

Continuando... Bem deste dia irei acender uma vela, fazer uma oração de agradecimento, pedir também a proteção do meu anjo da guarda...Para mim e todos aqueles seres humanos de longas jornadas.

Evitarei os pensamentos negativos, se eles surgirem usarei uma vassoura de mental para os remove-los de meus caminhos...

Dê uma coisa eu sei, irei dar de presente a si próprio...

Um excêntrico sorriso, pode ser uma coisa simples mas irei comemorar este dia tão especial com todos aqueles que estão sempre perto de mim novamente...

Obrigado mais uma vez pelo carinho de todos...Um grande abraço do amigão;
Celsão Messias




AMÉM

A história da rádio CBN no Brasil




A rádio que toca notícia. O slogan que acompanha a CBN (Central Brasileira de Notícias) traduz à perfeição um conceito que, até 1o. de outubro de 1991, quando foi criada a emissora, não existia no Brasil. O modelo all news da Rede CBN foi pioneiro e, atualmente, está presente nas principais cidades brasileiras, com quatro emissoras próprias (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte) e 26 afiliadas.

Informação correta, isenta, com espaço para a pluralidade de opiniões e análise crítica do que está por trás dos fatos: este é o conceito do jornalismo praticado pela CBN. São cerca de 200 jornalistas, entre repórteres, produtores, editores, âncoras e comentaristas. A CBN também mantém parcerias com a BBC Brasil, que abastece a rede com material exclusivo para os ouvintes; com a RFI Português, seção brasileira da Radio France; e a Rádio ONU – sempre com o objetivo de ter acesso ao noticiário internacional através de fontes que compartilham os mesmos valores jornalísticos de qualidade e isenção.

Já no início de sua trajetória, a CBN esteve presente na conferência Rio-92, com um estúdio montado dentro do Riocentro, onde se realizava o evento. Ainda durante o ano de 1992, a CBN acompanhou momentos decisivos da política do país, transmitindo os depoimentos na CPI de PC Farias, como o do motorista Eriberto França, uma das principais testemunhas do caso que resultou no impeachment do presidente Fernando Collor.

A CBN também inovou quando, em novembro de 1995, a emissora de São Paulo, que operava somente em AM, replicou sua freqüência no FM, o que lhe rendeu a menção honrosa por ser a primeira emissora jornalística em FM da cidade pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 2006, quando a CBN completou 15 anos, foi lançado o livro “CBN, a rádio que toca notícia: a história da rede e as principais coberturas; estilo e linguagem do all news; jornalismo político, econômico e esportivo; a construção da marca; o modelo de negócio”, pela Editora Senac-Rio.

A história da Rádio Nacional




César de Alencar (1917-1990), apresentador brasileiro de rádio e televisão foi uma das peças fundamentais para o sucesso de nossa música popular apresentando os futuros "monstros" da MPB, na época calouros ou já famosos.
Com voz e estilo cativantes, foi campeão de audiência no rádio por mais de 15 anos, popularizando, no Brasil, fórmulas que faziam sucesso nos Estados Unidos, como a parada de sucessos, em Parada dos maiorais, e o programa de calouros, em Cantinho dos novos.



Emissora de Rádio criada no Rio de Janeiro em 1936 a partir da compra da Rádio Philips, por 50 contos de réis. Seu primeiro prefixo, "Luar do sertão", de João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense, era tocado em vibrafone por Luciano Perrone e em seguida um locutor anunciava o prefixo da emissora: PRE-8. Nesse ano mesmo, começou a apresentar pequenas cenas de rádio-teatro intercalados com números musicais.
Foi nos anos 1940 e 1950 a principal emissora do país e verdadeiro símbolo da chamada "Era do Rádio". Em 1937, foi inaugurado o "Teatro em Casa" para a irradiação de peças completas, semanalmente. Sua programação ao vivo passou depois a ser retransmitida para todo o país, o que a tornou uma pioneira na integração cultural do país.
Seus programas de auditório, radionovelas, programas humorísticos e musicais marcaram a História do Rádio no Brasil. Foi líder de audiência praticamente desde a fundação até que o aparecimento da TV ditasse novos rumos para a comunicação no país.
Seus programas eram transmitidos diretamente dos muitos estúdios específicos, inclusive do auditório da Rádio, todos localizados nos três últimos andares do edifício "A Noite", Praça Mauá, 7, Rio de Janeiro.
Se seus programas de humor, suas radionovelas, seus programas noticiários e os esportivos viraram modelo para muitas outras Rádios do país, foi fundamental também para o desenvolvimento da música popular brasileira. Os primeiro nomes de cantores a formar seu casting foram Sonia Carvalho, Elisinha Coelho, Silvinha Melo, Orlando Silva, Nuno Roland, Aracy de Almeida e Marília Batista.
Segundo depoimento do radialista e compositor Haroldo Barbosa ao pesquisador Luis Carlos Saroldi, "Nos primeiros anos, a Rádio Nacional apresentava uma estrutura muito simples: uma seção artística e uma seção administrativa, nada mais que isso. A emissora contava com menos de 30 pessoas para cantar, executar músicas, contabilizar e realizar outras tarefas menores".
As rádionovelas da emissora marcaram época a partir da primeira transmitida em 1941, "Em busca da felicidade", que durou três anos, até "O direito de nascer", que chegou a mudar hábitos das pessoas que tinham compromisso marcado com as transmissões dessa radionovela, posteriormente adaptada para a televisão.
Até meados da década de 1950, o Rádio-Teatro Nacional irradiou 861 novelas, as mais ouvidas do rádio brasileiro, segundo as mais seguras pesquisas de audiência. Pode-se observar que a música popular brasileira foi uma antes e outra depois da Nacional, que se transformou numa verdadeira criadora de ídolos através da realização de concursos como "A Rainha do Rádio", que consagrou diversas cantoras, como Emilinha Borba, Marlene, Dalva de Oliveira e Ângela Maria.
Um dos cantores que ficou marcado como símbolo dessa era foi Cauby Peixoto, que enchia o auditória da Rádio em suas apresentações. Em 1936, Linda Batista foi eleita a primeira "Rainha do Rádio", permanecendo no posto por doze anos. Em 1938, Almirante estreou o primeiro programa de montagem, ou montado, que foi "Curiosidades musicais", sob o patrocínio dos produtos Eucalol. O mesmo artista lançou no mesmo ano o primeiro programa de brincadeiras de auditório, o "Caixa de perguntas".
Outro programa de destaque na emissora surgido no mesmo período foi "Instantâneos sonoros brasileiros", produzido por José Mauro com direção musical de Radamés Gnattali, regente da orquestra.
Em 1939, Lamartine Babo passou a apresentar o programa "Vida pitoresca e musical dos compositores". Em 1940, a Rádio Nacional passou a fazer parte do Patrimônio Nacional, a partir de decreto assinado pelo presidente Getúlio Vargas, sendo então, dirigida por Gilberto de Andrade, que tratou de dar uma nova cara à programação da Rádio, no que muito foi auxiliado pelo radialista José Mauro, irmão do cineasta Humberto Mauro.
No ano seguinte, passou a ser apresentado o noticioso "Reporter Esso", marco do jornalismo radiofônico e que passaria a ter como apresentador três anos depois o locutor Heron Domingues. O prefixo do "Reporter Esso" foi escrito pelo maestro Carioca e executado por Luciano Perrone na bateria, Carioca no trombone e Francisco Sergio e Marino Pissiani nos pistons.
A Rádio Nacional foi a primeira emissora do Brasil a organizar uma redação própria para noticiários, com a rotina de um grande jornal diário impresso. A emissora da Praça Mauá possuía construiu uma divisão de rádio-jornalismo com mais de uma dezena de redatores, secretários de redação, rádio- repórteres, informantes e outros auxiliares, além de uma sessão de divulgação e uma sessão de esportes completa, e um boletim de notícias em idioma estrangeiro, que cobria todo o continente.
Em 18 de abril de 1942, foram inaugurados os novos estúdios da Rádio Nacional, no vigésimo primeiro andar do edifício "A Noite". Com 486 lugares, as novas instalações traziam inovações como o piso flutuante sobre molas especiais do palco sinfônico.
Ainda em 1942, Almirante estreou o programa "A história do Rio pela música". Nesse ano iniciou-se uma publicação semanal com a programação da emissora e cuja capa na maioria das vezes estampava a foto de cantores ou cantoras ligados à emissora. Também nesse ano, as ondas curtas da PRE-8 passaram a ser ouvidas em vários países.
Em 1943, a programação da emissora tomou impulso com a estréia do programa "Um milhão de melodias", patrocinado pelo refrigerante Coca-Cola, que estava sendo lançado no Brasil. Para esse programa foi criada a Orquestra Brasileira, com direção de Radamés Gnatalli. O repertório do programa apresentava duas músicas brasileiras atuais, duas antigas e três músicas estrangeiras de grande sucesso.
A Orquestra Brasileira de Radamés Gnatalli era formada pela mescla de grandes músicos como Luciano Perrone na bateria, vibrafone e tímpano, Chiquinho no Acordeão, Vidal no contrabaixo, Garoto e Bola Sete nos violões, José Meneses no cavaquinho, além dos músicos da velha guarda do samba carioca como João da Baiana no pandeiro, Bide no ganzá e Heitor dos Prazeres tocando prato e faca e caixeta.Também para atuar no programa foram criados os Trios Melodia e As Três Marias.
Nesse ano, estreou com grande sucesso o programa "Trem da alegria", apresentado pelo Trio de Osso, formado por Heber de Bóscoli, Yara Sales e Lamartine Babo. Entre as muitas inovações surgidas na Rádio Nacional e que influiram no próprio desenvolvimento da música popular brasileira estão os arranjos para pequenos conjuntos, trios e quartetos de Radamés Gnattali e os acompanhamentos rítmicos do baterista Luciano Perrone que causaram uma pequena revolução no samba orquestrado feito até então.
Foi Luciano Perrone quem sugeriu a Radamés Gnatalli a utilização dos metais, até então com funções exclusivamente melódicas, como mais um elemento de função rítmica na interpretação dos sambas gravados.
Na década de 1940, pelo menos três dos maiores cantores brasileiros eram contratados da Rádio Nacional: Francisco Alves, Sílvio Caldas e Orlando Silva. Ainda em 1943, estreou na Rádio Nacional o sanfoneiro Luiz Gonzaga que inspirado no sanfoneiro Pedro Raimundo que se vestia com trajes típicos do sul, resolveu vestir-se com trajes típicos do nordeste e dessa forma passou a divulgar a música e a cultura nordestinas.
Em 1946, um dos maiores sucessos musicais foi o samba-canção "Fracasso", de Mário Lago gravado por Francisco Alves e tema extraído da radionovela com o mesmo título. Nesse ano, a Rádio Nacional inovou na forma de transmitir partidas de futebol, adotando o chamado "sistema duplo", que dividia o campo de jogo em dois setores, cada qual com um locutor acompanhando de preferência o ataque de cada um dos times. O "sistema duplo" foi inspirado no então moderno método de arbitragem em trio, com os bandeirinhas colocados em ângulos opostos.
A década de 1950 ficou marcada pela acirrada competição pelo título de "Rainha do Rádio" que envolveu em disputas memoráveis cantoras como Emilinha Borba, Marlene e Ângela Maria. Nessa década, os programas de auditório da emissora tornaram-se tão concorridos que era cobrado ingresso até para assistir os programas em pé.

Outra disputa musical que marcou época no Rio de Janeiro, tendo a Rádio Nacional como centro, era a da divulgação de marchas e sambas carnavalescos, dos quais um dos muitos destaques foi o cantor e compositor Blecaute, sempre presente aos programas de auditório da Rádio.
Nesse período fizeram parte o "cast" da emissora artistas que marcaram a música popular brasileira como: Orlando Silva, Ataulfo Alves, Carlos Galhardo, Linda Batista, Luiz Gonzaga, Carmen Costa, Nelson Gonçalves, Nuno Roland, Paulo Tapajós, Albertinho Fortuna, Carmélia Alves, Luiz Vieira, Zezé Gonzaga, Gilberto Milfont, Heleninha Costa, Ademilde Fonseca, Bidu Reis, Nora Ney, Jorge Goulart, Neuza Maria, Adelaide Chiozzo, Jorge Fernandes, Dolores Duran, Lenita Bruno, Carminha Mascarenhas, Violeta Cavalcânti, Vera Lúcia, etc.
Em 1948, Dircinha Batista foi eleita "Rainha do Rádio" substituindo a irmã Linda Batista. No ano seguinte, teve início a eletrizante disputa pelo título de "Rainha o Rádio" entre as cantoras Emilinha Borba e Marlene. Esta última, foi eleita no ano seguinte com o apoio da Companhia Antártica Paulista, que lançava o Guaraná Caçula e fez dela sua garota propaganda, tendo o total de 529.982 votos. Marlene repetiu o feito no ano seguinte.
Em 1952 e 1953, a Rainha foi Mary Gonçalves. Por volta de 1950 foi criado na emissora o Departamento de Música Brasileira, que obteve um de seus maiores êxitos no ano seguinte no programa "Cancioneiro Rayol" com a série "No mundo do baião", apresentada pelo radialista Paulo Roberto.
A chefia do Departamento de Música Brasileira foi entregue inicialmente ao compositor Humberto Teixeira. Outro programa musical ligado ao departamento de Música Brasileira e que fez muito sucesso foi "Lira de Xopotó", apresentado pelo radialista Paulo Roberto e que incentivava as bandas do interior que apresentavam músicas com arranjos do maestro Lírio Panicali.
Igualmente Programa marcante dessa época foi "Música em surdina", criado por Paulo Tapajós e apresentado em estúdio no final da noite por Chiquinho, no acordeom, Garoto, ao violão e Fafá Lemos ao violino, interpretando um repertório eclético e que deu ensejo ao sugimento do Trio Surdina.
O violinista Garoto por sinal, foi um dos artistas que se destacou na Rádio Nacional nos anos 1950, quando passou por diferentes grupos nos seus dez anos de permanência na programação. Atuou na Orquestra Brasileira de Radamés Gnattali e pelo Bossa Clube ao lado de Luis Bittencourt, Luis Bonfá, Valzinho, Bide, Sebastião Gomes e Hanestaldo.
Ainda na década de 1950, destacaram-se os programas "Sua excelência a música" e "Quando os maestros se encontram". Esse último reunia cinco arranjadores da emissora, quase sempre os maestros Alexandre Gnattali, Lírio Panicali, Alberto Lazzoli, Léo Peracchi e Alceo Bocchino. Ainda no começo da década houve a tentativa frustada de criar o selo Nacional para gravação de discos que ficou apenas no primeiro, com Manezinho Araújo gravando o baião "Torei o pau", de Luiz Bandeira e a marcha "Um cheirinho só", de Manezinho Araújo e Armando Rosas.
Destacaram-se também nessa década inúmeros programas mistos como "Coisas do Arco da Velha", de Floriano Faissal; "Gente que brilha" e "Nada além de 2 minutos", de Paulo Roberto; "Clube das donas de casa", de Lourival Marques; "Grande espetáculo Brahma", de Mario Meira Guimarães; "Hoje tem espetáculo", de Paulo Gracindo; "Música e beleza", de Roberto Faissal; "Nova História do Rio pela música" e "Recolhendo o folclore", de Almirante; "Passatempo Gessy", de Jota Rui; "Rádiosemana", de Hélio do Soveral; "Roteiro 21", de Dinarte Armando; "Seu criador Superflit", de Lourival Marques e "Todos cantam sua terra", de Dias Gomes.
Entre os programas de Rádio-teatro merecem citação, "A vida que a gente leva" e "Boa tarde, madame", com Lucia Helena; "Consultório sentimental", com Helena Sangirardi; "Divertimentos Brankiol", com Ary Picaluga; "Edifício Balança mas não cai", com Paulo Gracindo; "Grande Teatro De Milus", com Dias Gomes; "Jararaca e Ratinho", com Joe Lester; "Marlene meu bem", com Mário Lago; "Os grandes amores da História", com Saint Clair Lopes; "Sabe da última?", com Rui Amaral e "Tancredo e Trancado", com Ghiaroni.
Em 1951, Paulo Tapajós criou o programa "A turma do sereno", de grande sucesso e no qual um repertório de serestas era apresentado por Abel Ferreira no clarinete, Irany Pinto no violino, João de Deus na flauta, Sandoval Dias no clarone, Waldemar de Melo no cavaquinho e Carlos Lentini e Rubem Bergman nos violões.
Segundo as palavras de Paulo Tapajós, o programa "Turma do sereno ocupava apenas um cavaquinho, uma flauta, um clarinete, um clarone e um violino, além dos cantores e outros solistas convidados. A "Turma do sereno" era o reencontro da música com a rua mal iluminada pelo lampião a gás, era o momento em que a gente imaginava que numa esquina de rua encontravam-se os velhos amigos para fazer choro, para cantar valsas e modinhas; era a oportunidade da gente tirar dos velhos baús alguns xotes, maxixes, polcas, já um tanto amarelados".
Nos anos de 1953 e 1954, a cantora Emilinha Borba foi eleita "Rainha do Rádio". Nos dois anos seguinte, a consagrada foi Ângela Maria que chegou a obter o total de 1.464.996 votos. Em 1955, o radialista Almirante retornou à Rádio Nacional e criou os programas "A nova história do Rio pela música" e "Recolhendo o folclore". Por essa época, Renato Murce apresentou o programa "Alma do sertão", um dos maiores sucessos entre os programas sertanejos.
Em 1959, o cantor e compositor Zé Praxédi passou a apresentar diariamente o programa "Alvorada sertaneja". Um dos mais famosos programas da década de 1950 foi o "Programa César de Alencar", que comemorou os dez anos no ar com um show para 20 mil pessoas no Maracanãzinho.
Outros programas com animadores ficaram também célebres, como os de Paulo Gracindo e Manoel Barcelos. Outro destaque de sua história, foi o estúdio para rádio novelas e seriados diversos , como "Gerônimo, o herói do sertão" e "O Sombra", onde os truques de sonoplastia ficaram célebres especialmente os truques do sonotecnico Edmo do Valle.
Entre os programas de auditório apresentados na Rádio na década de 1950 podemos destacar: "Alegria, meus senhores" e "Este mundo é uma bola", apresentados por Fernando Lobo; "Alô, memória", "Dr. Infezulino" e "Enquanto o mundo gira", apresentados por Paulo Gracindo; "Ganha tempo Duchen", "O Cartaz da Semana" e "Parada dos Maiorais", com Hélio do Soveral; "Nas asas da canção", com Dinarte Armando; "Qualquer semelhança é mera coincidência", com Waldir Buentes; "Papel Carbono", Renato Murce e "Placar musical", com Nestor de Holanda Cavalcânti.
Entre os programas musicais também merecem destaque, " A canção da lembrança", com Lourival Marques; "Audições Cauby Peixoto", apresentado por Mário Lago; "Audições Orlando Silva", com Ghiaroni; "Cancioneiro Royal", com Paulo Tapajós; "Cancioneiro romântico", com Rui Amaral; "Carrossel musical", com Ouranice Franco; "Clube do samba" e "Pelas estradas do mundo", com Fernando Lobo; "Fama e popularidade", com Oswaldo Elias; "Festivais G. E.", com Leo Peracchi; "Festivais de gaitas", com Cahuê Filho; "Horário dos cartazes", com Almeida Rego e "Preferências musicais", com Dinarte Armando.
Dentre seus muitos locutores famosos está César Ladeira, uma das vozes de excelência de toda a história do Rádio no Brasil, especialmente lembrado com o programa "A crônica da cidade".
O declínio da Rádio, que se iniciara com a inauguração da televisão acentuou-se de forma definitiva com o Golpe militar de 1964 que afastou 67 profissionais e colocou sob investigação mais 81.
Em 1972, os arquivos sonoros e partituras utilizadas em programas da Rádio foram doados ao Museu da Imagem e do Som, MIS. Durante as décadas de 1980 e 1990 o declínio da Rádio se acentuou devido à falta de investimentos e à concorrência cada vez maior da televisão e também das Rádios FM.
A emissora foi perdendo audiência e deixando de disputar os primeiros lugares na preferência do público. Manteve no entanto durante esse tempo diversos programas tradicionais da emissora apresentados por radialistas como Dayse Lucide, Gerdal dos Santos e outros que ainda arrastavam atrás de si a audiêencia de ouvintes fiéis e saudosos dos tempos de glória da emissora.
A partir de junho de 2003, passou a estar sob a direção de Cristiano Menezes, que iniciou um plano de revitalização da PRE - 8. Em 2004, foi assinado um convênio entre a Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro e a Petrobras, que acertou a digitalização de todo o acervo de partituras da Rádio. Entre as obras estão raridades dos maestros Radamés Gnattali e Guerra-Peixe.
Nesse ano, a Rádio saiu do ar por 15 dias para passar por reformas que incluem a troca de transmissores e instalação de novos estúdios no antigo prédio da Praça Mauá, no Rio de Janeiro. Além disso, a Rádio Nacional passará a ser a primeira Rádio Digital AM. Tudo dentro de um plano de revitalização da Rádio. O famoso auditório da Rádio será reformado e terá sua capacidade reduzida de 500 para 150 lugares e voltará a abrigar shows.
Entre os novos programas estão previstos, o "Homenagem Nacional", no qual um sexteto permanente acompanhará a homenagem a um grande nome da história da música popular brasileira, com um astro atual interpretando sucessos do artista homenageado.
Programa-se ainda o "Memória Nacional", que deverá ser apresentando ao vivo, reunindo nomes como Cauby Peixoto, Marlene, Emilinha, Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas e Adelaide Chiozzo, que foram sucessos nos anos de ouro da Rádio Nacional. Ela ficou conhecida como "A escola do Rádio", o que por si só dá o tamanho de sua importância histórica.

Fonte: MemóriA do Rádio.com

FM O Dia "Bota pra Aquecer" a Casa Ronald





No dia 01 de agosto, A equipe da Rádio FM ODia doaram 327 peças de vestuário, arrecadados na campanha Bota pra Aquecer, realizada no mês de junho.


A campanha foi realizada pelas praças da cidade do Rio de Janeiro e contou com a solidariedade dos ouvintes da Rádio Fm, que a cada doação receberam um cupom para concorrer a sorteios de brindes, como eletrodomésticos e eletrônicos. No total foram arrecadados mais de 1.000 agasalhos, sendo doados ao Instituto Arará, Lar São Matheus e Casa Ronald.

Veja o que foi arrecadado:

Itens Peças
237 Vestuário infantil
077 Vestuário adulto
008 Artigos de cama
004 Calçados adulto
001 Acessório adulto (cinto)
Total 327 peças


Casa Ronald McDonald RJ agradece a Rádio FM O Dia e seus ouvintes que botaram para aquecer os corações de nossos pequenos guerreiros.


Casa Ronald
Rua Pedro Guedes, 44 - Maracanã - Rio de Janeiro - Brasil - 20271-040
Telefax: (21) 2566-3200

Comunicador deixa a Rádio Globo e pode assumir horário na Super Tupi


Rio de Janeiro, RJ – O comunicador David Rangel (foto), deixou a Rádio Globo (AM 1220 kHz), no último final de semana. Segundo informações, o principal motivo seria a insatisfação do comunicador com o modelo de trabalho desenvolvido pelo projeto Globo Brasil. O comunicador Jorge Luiz assume provisoriamente o horário.

David Rangel tem uma proposta da Super Rádio Tupi (AM 1280 kHz), e caso aceite, deve assumir o horário das 13h...

Obs: Até o momento do Final deste texto A Super Rádio Tupi faz suspense na contratação do comunicador David Rangel.

Fonte: Brasil Rádio News

Obs://// Até o momento do Final deste texto A Super Rádio Tupi faz suspense na contratação do comunicador David Rangel.

A evolução da Rádio TUPI Am no Rio de Janeiro.



A Rádio TUPI atua hoje na cidade do Rio de Janeiro e no grande Rio estando presente em 17 municípios, atingindo uma população de 11,5 milhões , o que representa um PIB de 168,2 bilhões de Reais.


“Quem tá no Rio Tá na Tupi”

Neste ano, a Tupi confirmou que é a rádio do Rio e ampliou a sua cobertura por todo o estado através da REDE TUPI DE RÁDIO.

Agora você ouve a programação da Tupi na sua cidade com as informações locais do seu município.

Rio de Janeiro - AM 1280khz e FM 96,5 Mhz
Rio Bonito - AM 1340Khz (Nova)

MAYSA PARA SEMPRE!!!





Maysa se foi e nos deixou toda a sua angústia de viver e uma obra musical que merece ser revisitada e estudada. Parecia estar na contramão dos modismos e sequer os arranjos grandiloquentes conseguiam ofuscar sua grave e suas interpretações que muitas vezes pareciam um soco no estômago do mais remperdenido boêmio. Muitos livros de vodka e whiskie depois e com o sulco do dez polegadas já gasto voltamos a "ver" e a ouvir Maysa. E assim , a partir de agora o farão outras gerações.

Maysa Figueira Monjardim Matarazzo ou simplesmente MAYSA nasceu no Rio de Janeiro (Botafogo) em 6 de junho de 1936. Contrariando algumas biografias Maysa nasceu no Rio de Janeiro desse dia às 11:50 horas, na casa de seu avô paterno que era médico e ex-senador e fez o parto. O nome de Maysa é uma mescla dos dois primeiros nomes de uma grande amiga de Dona Inah, Maria Luysa. Com três anos mudou-se para São Paulo. quando seu pai, Fiscal de Rendas, foi transferido para a capital paulista.

O envolvimento com a música, no entanto, veio muito antes, pois desde a adolescência já gostava de cantar em festas familiares, compor algumas músicas (aos 12 anos compôs o samba-canção "Adeus"), além de tocar piano. Em 1956, já grávida de seu único filho, Jayme (o diretor de telenovelas da Rede Globo Jayme Monjardim), conheceu o produtor Roberto Côrte-Real que, encantou-se com sua voz, quis contratá-la imediatamente para gravar um disco. O resto é história.

Cerca de um mês antes de morrer, em 1977, em um trágico acidente na ponte Rio-Niterói, Maysa faria a última anotação em seu diário particular. "Tenho 40 anos, 20 de carreira. Sou uma mulher só. O que dirá o futuro?"

Maysa morreu no Rio de Janeiro, vítima de um acidente na Ponte Rio-Niterói, em 22 de janeiro de 1977.

Discografia

* Convite para ouvir Maysa (1956) RGE 10 polg
* Maysa (1957) RGE LP
* Convite para ouvir Maysa nº 2 (1958) RGE LP
* Convite para ouvir Maysa nº 3 (1958) RGE LP
* Convite para ouvir Maysa nº 4 (1959) RGE LP

* Maysa é Maysa... é Maysa... é Maysa (1959) LP
* Maysa canta sucessos (1960) LP
* Voltei (1960) LP
* Barquinho (1961) Columbia LP
* Maysa, amor... e Maysa (1961) LP
* Canção do amor mais triste (1962) LP
* Maysa (1964) LP
* Maysa (1966) LP
* Canecão apresentação Maysa (1969) Copacabana LP
* Maysa (1969) LP
* Ando só numa multidão de amores (1970) Philips LP
* Maysa (1974) Evento LP
* Para sempre Maysa (1977) RGE LP Álbum duplo
* Convite para ouvir Maysa [S/D] LP
* Maysa por ela mesma (1991) RGE CD
* Canecão apresenta Maysa (1992) Movieplay CD
* Tom Jobim por Maysa (1997) RGE CD
* Barquinho (2000) Sony Music/Columbia CD
* Simplesmente Maysa-Vol. 1 a 4 (2000) CD



OS LIVROS

Maysa: Só Numa Multidão de Amores
de Lira Neto

Biografia que serviu de base para a minissérie da TV Globo, "Maysa: Só Numa Multidão de Amores" (Globo) percorre minuciosamente todas as etapas (e traumas) de uma trajetória marcada por amores, viagens, conflitos com a mídia, tentativas de suicídio, crises de alcoolismo e internações em clínicas para desintoxicação. Do convívio com o pai notívago e hedonista ao casamento com o magnata André Matarazzo (que impunha à esposa o recato das tradições familiares), da identificação visceral com a música romântica à assimilação das novidades estéticas trazidas pela Bossa Nova, Lira Neto compõe uma narrativa em que a fidelidade aos fatos e o exaustivo trabalho de prospecção permitem detalhar também o contexto sociocultural em que Maysa se tornou uma personagem tão célebre .

E MAIS

Na estréira da mini-série na TV Globo, outros dois livros sobre a cantora acabam de ser relançados: "Maysa" (edição independente, 202 págs.), de José Roberto Santos Neves, e "Meu Mundo Caiu - A Bossa e a Fossa de Maysa", de Eduardo Logullo (Novo Século Editora, 248 págs.).

terça-feira, 7 de julho de 2009

No início da carreira, o Rei se apresentou na Rádio Nacional



Você sabia que já famoso, Roberto Carlos lotou o Maracanãzinho e cantou para 2 milhões de pessoas no Aterro do Flamengo.



Agora a gente vai voltar no tempo até a década de 50, para lembrar um pouco do início da carreira de Roberto Carlos. Na época, o bairro era o maior símbolo carioca de riqueza e glamour. Segundo o próprio Roberto Carlos, no antigo Hotel Plaza, na Avenida Princesa Isabel, que ele se apresentou pela primeira vez como profissional.

Era 1959 e o Rei cantou por nove meses na boate do hotel, onde funciona hoje um restaurante. Será que os funcionários sabem dessa história? “A gente fica tentando remeter ao passado para imaginar como era”. O recepcionista George fica orgulhoso e solta o gogó. “Quando eu estou aqui, eu vivo esse momento lindo”.

Em um prédio bonito e imponente na Praça Mauá, funciona a Rádio Nacional. A primeira vez que Roberto Carlos se apresentou aqui foi no início da década de 60 no programa César de Alencar. Era um programa de auditório que, na época, era considerado o máximo.

Seu Djalma, tem 68 anos, trabalha como técnico de eletrônica da Rádio Nacional e se lembra muita bem da primeira vez que o Rei apareceu por lá.

“Ele foi a um estúdio que nós tínhamos lá e ensaiou duas músicas e ficou sentadinho na coxia, onde ficava o pessoal todo, esperando a vez dele. Ele usava um blusão de couro, que tem em uma música dele. Mais tarde, ele passou aqui com um violão debaixo do braço”, disse o técnico em eletrônica Djalma de Castro.

O tempo avança para 1970. O Rei pisa pela primeira vez no palco do Canecão, com o show "Roberto Carlos a 200 Km/h", uma superprodução da dupla Ronaldo Bôscoli e Luis Carlos Miele.

“Tinha um carro de Fórmula 1 no palco. A cenografia era toda com elementos exagerados, com motores, painéis de carros, um carro da Fórmula 1 de verdade. Esse foi o primeiro show do Roberto com uma orquestra”, disse Miele.

Nesses 50 anos de carreira, Roberto Carlos também lotou o Maracanãzinho em 1990 e cantou para 2 milhões de pessoas em 1997 no Aterro do Flamengo, na última visita do Papa João Paulo II ao Brasil.

São esses detalhes nem tão pequenos assim que mostram como é grande o amor do Rio pelo Rei.

Os ingressos para o show deste sábado estão esgotados, mas você poderá acompanhar pela TV Globo todo o show, após as 22:00hs... Não perca!!

Transmissão ao vivo do funeral de Michael Jackson bate recorde nos meios de comunicações


Michael Jackson domina a programação das emissoras de rádio, Tv e Internet do planeta.

A morte de Michael Jackson alterou a programação das emissoras especializadas em músicas, que desta sexta-feira até domingo apresentarão programação especial sobre o cantor.
A MTV brasileira exibiu na sexta-feira 03/07, foi dedicada ao rei do pop, e o canal exibe ainda três programas especiais que vão contar toda a trajetória do artista, o Rockstória vai ao ar das 17h30 às 18h, O MTV, apresentado por Marina Person, será às 19h45 e às 22h30 a MTV exibe o especial inédito “A História de Michael Jackson”.
Já o canal VH1 vai exibir nesse fim de semana a videografia completa do astro. Entre os dias 26 e 28 de junho, o canal apresenta os melhores vídeos do artista, totalizando 11 horas de programação ao longo do fim de semana. Entre os clipes, sucessos eternos como “Thriller”, “Bad”, “Billie Jean” entre outras.
Para Eduardo Andrews coordenador da rádio Beat98 FM no Rio de Janeiro, Michael Jackson foi e sempre será um ícone mundial e inclusive já alteramos nossa programação com dobradinhas e especiais sobre a vida do cantor.


Internet

A cerimônia de funeral de Michael Jackson, realizada nesta terça-feira (7) nos Estados Unidos, bateu recorde de tráfego na internet. De acordo com a Akamai, companhia especializada no acompanhamento do tráfego na web, o número de visitantes por minuto ultrapassou a marca dos 109 milhões.

A cerimônia de funeral de Michael Jackson, realizada nesta terça-feira (7) nos Estados Unidos, bateu recorde de tráfego na internet. De acordo com a Akamai, companhia especializada no acompanhamento do tráfego na web, o número de visitantes por minuto ultrapassou a marca dos 109 milhões.

O número alcançado nesta terça ultrapassou grandes acontecimentos recentes, incluindo a cerimônia de posse do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em janeiro, que contabilizou 79 milhões de internautas por minuto, comparou o site "TheStreet.com".

Mesmo assim, a transmissão on-line da cerimônia de despedida do Rei do Pop - que incluiu homenagens de uma série de personagens do mundo do show bizz - não conseguiu bater o recorde alcançado anteriormente por Barack Obama, informou o "New York Times".

Segundo dados da Akamai, até as 15h do horário local (16h de Brasília) foram quase 3 milhões de streamings de vídeo vistos pela internet. Apesar do número desta terça ser três vezes maior do que a média, a cerimônia de posse de Barack Obama ultrapassou a marca de 7 milhões de vídeos ao vivo.

Com isso, o funeral de Michael Jackson é o evento que teve o segundo maior tráfego de internet registrado pela Akamai, atrás apenas da posse de Obama.

'Não sabia se aplaudia ou se chorava', diz fã de Michael em Los Angeles





Com o final da cerimônia em homenagem a Michael Jackson na tarde desta terça-feira 07/07 em Los Angeles, centenas de fãs deixaram o Staples Center emocionados. O comentário geral era de que, por mais que o funeral tenha ocorrido em clima de show – com apresentações de artistas como Mariah Carey e Stevie Wonder – havia também muita tristeza.

Para a brasileira Débora Lindsay foi ao Staples Center com o marido alemão. Ela contou ter se mudado para os Estados Unidos há 10 anos só para ver Michael Jackson. Débora chegou a ir à casa do astro em Encino algumas vezes, mas nunca conseguiu conhecê-lo. Depois da morte do rei do pop, ela e o marido foram sorteados para ir à cerimônia. “Meu marido insistiu para que viéssemos nos despedir”, contou. “No momento em que o caixão entrou no ginásio, caiu a ficha de que meu ídolo tinha morrido.”


A menina Megan Tom, de seis anos, disse que gostou da parte em que falaram da vida de Michael Jackson. A garota foi a Los Angeles acompanhada do pai, Donovan Tom, que mora em São Francisco. Ele ressaltou a importância do cantor para a história da música pop. “Eu não sabia se aplaudia ou se chorava”, comentou.

Após morte, Michael Jackson volta a liderar parada britânica


Michael Jackson voltou a liderar neste final de semana as paradas na Grã-Bretanha, seis anos após ter chegado pela última vez ao posto de mais vendido no país. Seis discos do cantor estão entre os 40 mais vendidos.


Lançada em 2003, a coletânea Number Ones pulou da 121ª para a 1ª posição na lista dos mais vendidos no mercado britânico com o aumento da procura após a morte do cantor, na quinta-feira.

O mesmo álbum havia sido o último de Michael Jackson a figurar no topo das paradas britânicas, em 2003.

Segundo a Official Charts Company, que cataloga as vendas de discos no país, Thriller, o disco mais vendido da história no mundo, pulou da 179ª para a 7ª posição, King of Pop alcançou a 14ª, Off The Wall chegou à 17ª e The Essential Michael Jackson está em 20º.

Entre os 200 mais vendidos, há 11 discos de Michael Jackson ou do grupo Jackson Five.

Singles

Na parada de singles, Michael Jackson responde por 43 das 200 músicas mais vendidas.

No total, foram vendidos mais de 300 mil discos do cantor, entre álbuns e singles, em apenas dois dias da última semana.

Gennaro Castaldo, da cadeia de lojas de discos HMV, disse à BBC que a demanda estimada para os álbuns de Michael Jackson é agora 80 vezes maior do que no dia anterior a sua morte.

"Assim que anunciaram a morte, as pessoas vieram para nossas lojas e tivemos grandes filas", disse Castaldo.

"Por sorte, tínhamos um grande estoque porque estávamos nos preparando para os shows na O2 Arena (que aconteceriam a partir de julho, em Londres), mas lamentavelmente não esperávamos vendê-los por essa razão", disse.

Destino do corpo de Michael Jackson ainda é mistério


Atriz Queen Latifah faz homenagem ao cantor no ginásio Staples Center, em Los Angeles



Jornais acreditam que a família vai optar pela cremação.
Cinzas seriam jogadas no rancho Neverland, na Califórnia.



Horas após a cerimônia pública do adeus a Michael Jackson, nesta terça-feira dia 07/07, no ginásio Staples Center, em Los Angeles, ainda permanecia o mistério sobre o local do enterro do astro pop.
Apesar da mobilização dos helicópteros de várias redes de TV, que seguiram o cortejo fúnebre que partiu do estádio, por volta das 13h local (17h de Brasília), em certo momento a família Jackson se dirigiu ao hotel Beverly Wilshire, e a imprensa perdeu a pista do carro que transportava o caixão dourado do artista.

O cemitério Forest Lawn, nas colinas de Hollywood, onde na manhã desta terça 07/07 o corpo de Jackson foi velado por parentes e amigos, não dá qualquer informação sobre seus serviços fúnebres, dentro de sua política de sobriedade e discrição.

O departamento de Polícia de Los Angeles, que divulgou informações logísticas sobre a operação montada para os funerais de Jackson, que mobilizou 3,2 mil homens, não revelou nada sobre o local do descando final do astro pop.Segundo o site especializado em celebridades TMZ.com, Jackson não será sepultado em Forest Lawn, e, possivelmente, o carro com o caixão dourado foi usado para despistar a imprensa e os fãs.

Alguns jornais acreditam que a família decidirá cremar o corpo de Jackson e espalhar as cinzas do astro pelo rancho Neverland 150 km a noroeste de Los Angeles.


Velório foi marcado pela emoção



Em sua primeira declaração pública, a filha de Michael Jackson, Paris Michael Katherine Jackson, de 11 anos, foi às lágrimas ao falar sobre o seu pai diante de uma plateia de cerca de 18 mil fãs, amigos, representantes da música pop, estrelas do esporte e líderes religiosos que participaram da cerimônia de adeus ao cantor nesta terça-feira (7), em Los Angeles.



"Só queria dizer que, desde que eu nasci, o papai foi o melhor pai que eu poderia imaginar. Só queria dizer que eu te amo tanto", disse a garota, chorando muito. Foi o momento mais emocionante da cerimônia.



A atriz Brooke Shields também fez um discurso comovente, falando sobre sua amizade de mais de três décadas com o astro.

"Lembro de quando nos conhecemos e de todo o tempo que passamos juntos. Sempre que saíamos, tinha uma foto sendo tirada ou alguma manchete que dizia algo como 'um casal esquisito, ou um 'par improvável'. Para nós, era a mais natural e fácil amizade", disse a ex-atriz mirim.



"As pessoas se referiam a ele com frequência como o Rei. Mas, para mim, ele lembrava mais o Pequeno Príncipe", completou a atriz antes de ler um trecho do livro de Antoine de Saint-Exupéry.



O cantor Smokey Robinson, o fundador da Motown Berry Gordy e a atriz Queen Latifah também discursaram durante o tributo. Mariah Carey, Usher, Lionel e Stevie Wonder cantaram sucessos do astro.

Fãs, amigos e familiares dão adeus ao Rei do Pop Michael Jackson em Los Angeles



'O papai foi o melhor pai que eu poderia imaginar', disse a filha do astro, Paris Michael Katherine Jackson, super emocionada no palco e irmãos de Michael Jackson ao lado do caixão.

Em sua primeira declaração pública, a filha de Michael Jackson, Paris Michael Katherine Jackson, de 11 anos, foi às lágrimas ao falar sobre o seu pai diante de uma plateia de cerca de 18 mil fãs, amigos, representantes da música pop, estrelas do esporte e líderes religiosos e dos direitos civis que participaram da cerimônia de adeus ao cantor nesta terça-feira (7), em Los Angeles.

"Só queria dizer que, desde que eu nasci, o papai foi o melhor pai que eu poderia imaginar. Só queria dizer que eu te amo tanto", disse a garota, chorando muito e em uma das até agora raras aparições públicas sem o véu que o pai obrigava os filhos a usar. Dividindo o palco com irmãos de Jackson, ela foi abraçada e confortada por Janet Jackson.

O funeral público para Michael Jackson, que morreu no último dia 25 aos 50 anos, foi realizado no ginásio Staples Center e transmitido ao vivo para todo o mundo. Fechado e banhado a ouro, o caixão com o corpo do Rei do Pop se permaneceu diante do palco durante toda a cerimônia. Entre as celebridades presentes estavam as atrizes Brooke Shields e Queen Latifah, o jogador de basquete Magic Johnson e os reverendos Jesse Jackson e Al Sharpton.



Apesar do clima de respeito e solenidade, fãs aplaudiram e gritaram muito nos intervalos entre os discursos e os números musicais, que incluíram apresentações de Mariah Carey, Usher e Stevie Wonder. "Este é um momento que esperava que não viveria para ver chegar. Mas, até onde eu posso dizer, sei que Deus é bom. E sei que, por mais que sintamos e falemos que precisamos de Michael conosco, Deus deve precisar dele muito mais", disse Wonder antes de sentar-se ao piano para tocar a canção "I never dreamed you'd leave in summer".



Em muitos momentos, houve choro. "Tento encontrar palavras de conforto. Tento entender por que Deus tirou nosso irmão para voltar depois de uma visita tão curta na Terra", emocionou-se Marlon Jackson, usando uma luva de brilhantes como a que foi imortalizada por Michael. "Quero apenas pedir agora que dê ao irmão gêmeo, Brandon, um abraço por mim", completou Marlon, referindo-se ao irmão morto ainda no parto.



Joe e Katherine Jackson, pais do cantor, foram à cerimônia mas não fizeram declarações ao microfone.



Debbie Rowe, mãe de dois dos filhos de Michael Jackson, e a amiga Elizabeth Taylor, não participaram da despedida. Em sua página no Twitter, Taylor declarou que o evento era um "circo".

Jackson em clipe gravado na BA




(Foto: Romildo de Jesus/AE) Percussionistas se reuniram no Pelourinho, nesta terça-feira.
Homenagem foi feita ao mesmo tempo de funeral, nos Estados Unidos.


O grupo Olodum fez uma homenagem a Michael Jackson, no Pelourinho, em Salvador, na tarde desta terça-feira (7). Ao mesmo tempo, ocorria, nos Estados Unidos, a cerimônia de despedida do astro pop. Percussionistas do grupo baiano vestiram camiseta com estampa semelhante à usada por Jackson, em 1996, quando ele esteve no local para gravar o clipe da música 'They don't care about us', que foi relembrada. Um carro de som reproduziu a voz do cantor americano, e teve acompanhamento dos músicos.

domingo, 5 de julho de 2009

Michael Jackson: Imprensa americana e brasileira saúda artista como único



Morte de polêmico ídolo pop dominou o noticiário nos Estados Unidos em todo mundo.


Um artista único, que deixou uma influência inestimável para a música mundial, e uma figura excêntrica e polêmica.

Foi assim que diferentes órgãos da mídia americana e brasileira lembraram Michael Jackson, o maior astro pop mundial, morto no dia 25/06, após um ataque cardíaco, em Los Angeles.

A notícia da morte do cantor dominou por completo o noticiário televisivo do planeta e ocupou as manchetes de todos os sites de jornais e blogs noticiosos do mundo.

"Talvez a figura mais controversa da arte no século 20 e no início do século 21", afirmou o apresentador Keith Olbermann, da rede MSNBC.

Para Willians Bonner, da Rede Globo, "ele era incrivelmente talentoso, um artista mirim que se tornou um adulto com profundos distúrbios e problemas mentais".

O âncora Anderson Cooper, da rede CNN, lembrou da "exuberância e alegria de suas apresentações".

Um fã entrevistado pela mesma emissora contestou a tese de que as que acusações de abuso sexual contra menores teriam abalado seu legado. "Ele foi acusado de tudo. O legado dele transcende tudo isso".

Para o apresentador Geraldo Rivera, da rede Fox News, "ele foi a pessoa mais famosa da Terra nos anos 1980 e 1990". Geraldo exibiu ainda uma entrevista que havia feito com o artista, em 2005.

O apresentador também afirmou que, entre pessoas na faixa etária dele, 50 anos de idade, a morte de Jackson é a menos surpreendente, dada a frágil condição física do cantor.

Especulações

As emissoras também especularam muito sobre as possíveis causas da morte, mencionando rumores de que o artista poderia estar abusando de remédios, o que poderia ter contribuído para sua morte.

Um ex-advogado de Jackson, Brian Oxman, deu entrevistas à Fox e à MSNBC nas quais ofereceu depoimentos similares: "Eu avisei que isso poderia acontecer. Que se isso um dia acontecesse, eu falaria alto e claro sobre o que vi, sobre o abuso de medicamentos".

Entre os jornais, o tom de comoção foi similar.

Karin Klein, uma colunista do jornal Los Angeles Times, afirmou que a carreira de Jackson teve o tom de uma tragédia grega.

A colunista lembrou que ele foi, a um só tempo, "o adorável e prematuramente talentoso menino capaz de cantar de tudo", o criador do clipe de Thriller, "que mudou o gênero para sempre", mas que, "dormir ao lado de jovens meninos (...), que balançar bebês do alto de um balcão ou cobrir os seus rostos (…) refletiam uma inabilidade em lidar com os fatos da vida".

Imortalidade

Em seu site, o New York Times relatou que vigílias e encontros de fãs estão sendo organizados em diferentes partes do país.

O principal crítico musical do jornal, John Pareles, indagou: "Qual Michael Jackson será lembrado? O entertainer insuperável, o homem do canto e dança que mesclava ritmo, melodia, textura e imagem para criar e promover o disco mais bem vendido de todos os tempos, Thriller? Ou a figura bizarra que ele se tornou após ter falhado em sua ambição de superar as vendas de Thriller?".

A página do Washington Post ofereceu um terno relato sobre a visita de Jackson à Casa Branca, à época do presidente Ronald Reagan, em 1984.

Na ocasião, o líder americano solicitou que o artista incluísse Washington em sua turnê nacional.

Jackson acabou atendendo ao pedido, atraindo ao menos 90 mil fãs às suas apresentações, muitos dos quais encheram as estações de metrô da cidade munidos de roupas semelhantes à do ídolo, como a tradicional luvinha branca.

O site de notícias sobre celebridades TMZ, que foi o primeiro a dar a notícia da morte de Jackson, trouxe depoimentos de personalidades que conheceram bem o cantor, como a atriz Elizabeth Taylor e o diretor John Landis, o autor do clipe de Thriller, que estava processando o astro devido à uma disputa sobre a venda dos direitos de um musical baseado no clipe e no disco homônimos.

Um dos relatos mais curiosos foi o do repórter Brian Monroe, da revista Ebony, voltada para a comunidade negra americana.

Monroe, que possivelmente fez a última entrevista com o cantor, por ocasião do aniversário de 30 anos do disco Thriller, disse que o músico afirmou que gostaria que sua criatividade lhe conferisse a imortalidade...

Kelly Key canta em festa julina do Retiro dos Artistas



Kelly Key agitou o Retiro dos Artistas no Pechinha em Jacarepaguá nesta noite de sexta-feira 03/07 no Rio de Janeiro. A cantora participou do segundo dia da festa julina do local e cantou seus sucessos para o público.

O Cantor Buchecha também participou do evento e agitou a galera, assim como Arlindo Cruz, que cantou sambas de sucesso da sua carreira...Foi um grande noite afirmou Arlindo Cruz.

Vale lembrar que toda a renda da festa no Retiro dos Artísta em Jacarepaguá será revertida para a casa do Artísta, que atualmente atende cerca de 52 residentes.